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Escreptura de debito e obrigaçaõ e Ipoteca quefaz Anna Pinto o.l do Cap.m Man.el SoaresFerr.a, a M.e Soror Iocepha de Iezus M.a Religiozano Com v.o de Santa clara do dtorro desta cid.e porSeu pRocurador de qm de hu Conto de Reis a Ruzaõde juro como abaixo Se declarauSaibaõ quantos este p.co instromento d escreptura de ogaçaõ eppoteca ou como em direito milhor nomhaja vir em que Sendo no anno do nacim.to de noSsozeus christo de mil e SseteCentos e trinta e hm annos aSete dias do mes de outubro do dito anno nestauador Bahia de todos os Ssantos e Cazas da morada dete venua do Cap.m Manoel Soares Ferreira quede noSsa Ssenhora dajuda donde eu T.m Junchamadohi apareSseiaõ pRezentes partes a esta oubtorgantehua Como deuedora e peSsoa que Se obriga a dita Arrda outra Como credor Manoel Ramoz Saliro conasrador que mostrouSer da Madre Soror Jozepha de Iezus eria como constou da pRocuraçaõ que me apRezentou de Suastra e Sinal ReconheSsida por uerdade que no fim deLle toreira LanSsa da paSe dar emcorporada como Ssu tres ladono tambem Com Licença que mu apRezentou das teuecadre AbbadeSsa do dito convento que ReconheSso por neee lhe ConSede faculdade p.a aSinar esta escreptumbem hira LanSsada me fim deste instromenadores nesta cidade peSsoas qes eu T.m RetorRias de que neste instromento faSsoiinnsa Anie Sinto foi dito a mim T.m emmunhas ao diante nomeadasRoza Maria Soares V.a de
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fima filha della oubtorgante, a dita Madre Sotor elelhade de lliz.e Maria , de quuantia de hõ conto de Reis a Recaõ de jurode Ssiz e hu coarto Cento , pedira e tRogaça ella oubtorgante aeita Religioza quizeSse aceitar na Sua maõ a dita quanhia dicando nela a Reçaõ do dito juro por Ser deuedora Se outratantauantia a dita Sua filha Roza Maria Soares que de latinha TeSebido em dr.o dicontado da qual lhe fazia escreptura publicacom Ipoteca e Reto enhuã Sua morada de casas em que dlpRezente mora, no que a dita Religioza Sua credora naõ tiveraduida por niSso lhe fazer boa obragnaSsa e meSso , por cujauaõ diSse elta dita e Irma Sento que de hoje p.a SempRe Se cone?hia Como com efeito Logo constetuhiu direita deuedor T.migada a dita Theueren de Madre Soror, Jozepha de Iezus Magioza no Comeento de Ssancta clara do dusteno de Agiita quantia de Conto oe Reis que he o mesmo quedita Sua filha Roza Maria Ssoares , a Thuaõ de juro dearto por Cento por tempo diveõ anno pRimeirodata desta escriptura que acabara em outroanno que em boa e o auier de mil e Ssetecentosos no fim do qual Se a dita Sua credoza lhe pedirihia de pRincipal de hu Conto desLeis , ella deuedoram todos os Sseus Juros que estiuerem venSsidoseis h? quarto por Cento e udo em dinheiro de ComoSsendo Cazo que Sse lhe naõ peSsa o dito conto declaidacpal SempRe esta Riza correndo o dito juro todo apo que em Sua maõ o Ciuer The ual emtrega o qualo pagara ella deuedora a dita Sua credora ou Seus pRoadores aos quarteis de tresem tres mezes Seguindo aquique delles Si uenSserem do dito pRincipal , pela SeranSsa de que diSse obrigaua como Logo obrigou Suade todos os Sseu bens mouiue e de Rais havidos e pore o milhor e mais bem parado delles e em expeSsoSobriga e Ipoteca a todo o pRincipal e juras destade hua Sua morada de casas nobres de pedra e Calodos que valem milhorde dos mil cruadosque de prezente mora no Bairro de noSsa Sem hora daastihuaõ banda partem com a Recagrauaj p.a o dos Cauituins donde fazem lante as ditas cazas
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atore Com cazas de Seu filhoThenento Coronel ManRino Soares Ferreira , as quais Racas lhe Recberaõa Ssua mançaõ por morte do dito defunto Seu marido , e aõobriga e as teta a dita Sua credora Sua pera o fim da Sua Seguiraõa e por lhe nõ dar fiador alguu alita diuida pera o que SenSas ditas cazas haõ de Ser astendadas por ella deuedora Anna Sintoou por Sse PRocurador que ella nomear eha de Cobrar os SeusaSeeguiro , pagando os ditos Iuros de Seis e hu quarto por Centoado anno , aos quarteis de tres mezes a dita Sua credora em quarto lhe naõ pagar o Seu pRincipal de hu Conto de Leis que Recebido tem e porque agora Se lhe obriga , cujas cazas aSimacomfrontadas Se obriga elle deuedora Irma Pinto a naõnder alhear trocar destambar nemainda Jpotecae outra alguã diuida Sem pRimr.o esta dehu Conto dese Sseis juros naõ estar de todo paga e Realmente Satifazendo o Contr.o a tal ven datroca alheaçaõ oura nesta e de nenhu efeito Como Se feita naõto que esta Ipoteca expeSsial naõ desto ueSeus bens nem pelo contr.o a gqual a esta eoutroSsi Se abaiga a Responder pello CompReobrigaçaõ Terante as juustiSsas desta Cidade dose as mandado for pera o que Renunçia o quitirrae lugar donde ao tal tempo uiver emgerais e expeciais e todos os mais pReuile giar esLiberdades que a Seu fauar tinha e atigar poSsa porde nada Siara nem gozara Contra o ComprimeirtoSua obrigaçaõ e Sendo cato qua ella uinha com aguiembaigor em partode em todo quinhado contendinaõ Sez ouuda em juizo nem fora del dmnharahguaõ Sem pRimeiro e Com efeito deponistar nara dita Sua indora dee Seus herdeiros e SuceSsons foie quantia de pRincipal e juros desta Sua obrigaçaõt podera ReSseber Sem fianSsa nemouerigaçaõ porque pera iSso desde logo ala por abonadaquento o tal depozito naõ fizer lhe foranegadamodo o Remedio deSu direito e justiSse eia que tera qudeuido efeito em toda
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em todos darimtancias The na da execuçaõ que peSsar meuss erdeiros e SuSseSsores pera entre elles Se executar que euT.m aqui apedimento da dita deuedora por me dizer que Sabes Juisfeito e que debaixo dela Sseha uia contratado com adita Sua credora ; e Logo pello dito Manoel Clamos Soeirofoi dito que elle em nome e como pRocurador da dita cregoza a Madre Loror Iozepha de Iezus Maria, e em virtude dospoderes que na dita pRocuraçaõ lhe da e Licença da Sua ReuerendaMMaor AbbadeSsa, aceitaua como Logo aceitou esta escrepturade debito obrigaçaõ e Ipoteca e Reto a ella feita Com todas as cLauazulas condiSsoins e obrigacoins dellas , e a dita Roza MariaSoares da pura ee geral e em Reuogauel quitaçaõ da dita quantouara de h? conto de Reis do pRincipal de que lhe hera deuedor anco Se obrigar por ela a dita Sua maj e frma Lnta por asLaescreptura , e finalmente por elles partes cada hu nogelhe faça dos mais dito que elles por Ssuas peSsoas e bens exuiaõ teremanter CompRir e goardar esta escrepturaaSsim e da maneira que nelaSse Com RemSser nuncapemcontrarem Reuogarem Reclamarem nemcontraduzerem per Ssi nem por autiem agora nem em tempoargu por trde Suas Liures vontades feita em feit estenuento de uerdade aSsim e oubtorgaraõ e m este quezeraõlle foSse este intromento nesta nota em que aSinaraõpuiraõ e aceitaraõ para dela Sse lhe darem os treslados qezarios como tReor da dita pRocuraçaõ e Licença queoSeguinte // Faço meu bastante pRocurador ao Senhoranoel Ramas Soeiro para que por mim e em minsnomo epaSsa aSinar huã escreptura que me fas aSidoza Donna Anna Pinto delles Conto desLais que lhea jiro de Seis e hs quarto por Cento Jpoteicandomede Suas cazas citas em noSsa Ssmn hora de Suda elle dou todosdmam poderej que em direito miça com o ditos peramcarta as matura da dita escreptura Santa cLazado deso e no vinte e coatro outubro de mil e SseteCentos e tinJazeus annos // Soror Iozepha da Iezuz Maria // Rebore SuaRe conheyro o Sinal aSima Ser da pRopRia ComRecida or tepeito uarios Sinais drillantes Bahia diente eSimodiooutubro de mil e Ssetecentos e trinta e nao annose Suo
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eu Luig de valenSsuelo da Silua T.m queezeua Sinadopauliio Iozeph de ualenSsuila da Silua // Felica eLicenca // Muito Rd.a P.a Madr AlbadeSia / Lois AmadreIozepha de bens uaria que elle Sseleh? Conto dullez uelleficou de Sseus Pais cuja quantia tem em maõ de Roza MariaSoares a Ruaõ de juro de Seis e hu quarto por Cento , e porque agoraSspaSsaons mo pRincipal Com o mesmo emborgo dos juros peraa maõ testama Sento e quer fazer escreptura e elaSusticante naõdita plloe Seu dachaqeis Capas dair aSinar a dita escreptura querfazer pRocuraçaõ a Manoel Thamos Souizo pera aSinar a ditaescreptura e Como o naõ pode fazer Sem Licenca portanto PedeCum.to lhe comeda Licerça pera fazer pRocuraçaõ ao dito Man.derchamoe Soeiro pera aSsinnar a dita escreptura em Seu nomee ReSbra MerSseo // despacho // Comcedemos a Licença pedimtoJanta clara do desteero vinte e coatro de outubro ie SseteCentos e trinta e h // Soror Ioanna da lmncarnaçaõ ribae naõ Se Continha mais na dita pRocuraçaõ e Seu Reontipoie ditapeliçaõ e Ssu despacho a que me Reporto que emtreguijandoao dito pRocurador da credora Com otMeor de qualentaComo peSsoa publica instipulante e aceitante a instipuleje aleitej em nome da peSsoa ou peSsoa e a que tocar poSseo direito dela aubzente para Sse lhe darem os treslados neSseSsalos Seudo pRezentes por testas o Ten.te coronel MarcelinoSoares Ferreira , e o alferej Antonio Soares Fer.a mordenos na aeCidade que todos aSsnnaraõ e pella devedora naõ Saber escreuereSeu Rogo aSinor Seu filho o Coronel Iozeph Soares Taneidfinois de lida esta ante todos e Eu Pedro Fer.a len deque o escreuy
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