| Título do Documento | Carta de Alforria da mullatinha Maria Digo cao Padre Antonio Ferrejra daLus que entia os mais õ crauos que poSuo de peSou Sentor e peSuhidos eerme llada por nome Maria a qual pellos boñs Sencino della tiue a forro detope para todo o Sempre como Se foi ra foSse do ventr e liure ficanda dezobrigada da coal quer escrauidaõ nem e poder Se obrigar a catea es alqqar herpr.om meu vaSuciSos Sendo que naõ tenho deiro algum fonSsado mim moas u penhorar por diuida alguma escra
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Sendo que naõ tenho diuidas que me obriguem e mendem que deua e aSempade a dita Maria Lograr a Sua Liberda da como Senhora della e peSso e Rogo as IustiSsas de Sua Magestade que Deos goarde dimito da aua cidade a ta dita carta que em direyto lhehe prometido e para Si verdader e de que a forro de Liure vontade Sem cons trangemento de peSoa alguma lhe dey esta clareza por mim feita e aSinada pRezentes as test.as abaixo aSinadas Bahia onzedo Dezembro de mil e Setecentos e uinte Reis // como test.a Ioaõ Sete o Padre Antonio Ferr.a d de Arahuyo coutinho // Manoel Teixr.a Paiua // o Padre Diogo coelho de oliueira // o Padre Domingos Gomes valli / / o Padre Francisco Lopes dos Santos // Euginia to mingues Nogueira // E naõ Se continha mais em a dita car ta de Liberdade cuja Letra e Sinais della Reconheco por verdadeiros pellos ter visto escreuer e aSinar meuaas dezes a coal lancey nesta nota da propria aque mile porto que torney a entregar a q.m me aprezentou que de como a Recebeo aqui aSinou com a qual e como offici al abaixo aSinado comferi concertey escreuy e aSi ney na Bahia aos vinte e dois dias do mes de Iunho do mil e Setecentos e trinta e coatro annos |